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CIDADE Operação intensifica abordagem a moradores de rua no Centro

moradoresPara abordar e identificar pessoas que vivem nas ruas do centro de Niterói é que a Secretaria de Ordem Pública realizou uma ação conjunta, na noite da última quarta-feira (08/06) com a Guarda Civil Municipal, a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, Conselho Tutelar, agentes da 76ª DP, Polícia Militar e Companhia de Limpeza de Niterói.  Ao todo, 43 pessoas foram conduzidas para delegacia, para identificação. Três pessoas foram presas, sendo duas por possuírem mandado por homicídio e outra por evasão.

“Este trabalho conjunto  é muito importante para cidade. Nosso objetivo é fazer a identificação dos moradores de rua, bem como tentar identificar criminosos. Com isso, queremos ajudar a diminuir o índice de criminalidade em Niterói. Essas ações vão continuar”, disse o secretário municipal de Ordem Pública, Coronel Gilson Chagas.

O delegado da 76ª DP (Centro), doutor Gláucio Paz, disse que a operação conjunta será realizada, pelo menos, uma vez por semana.

“A gente já vinha identificando a prática de pequenos delitos por parte da população de rua e, por isso, decidimos montar essa operação. Conseguimos prender três foragidos. Na semana passada, dois que haviam sido encaminhados para o abrigo acabaram presos em flagrante por roubo, um dia após a ação. Queremos avaliar, após um mês, o quanto essas operações impactaram no índice de delitos no Centro”, comentou.

Durante a ação, os agentes públicos percorreram diversos pontos da região central, como a Rua São João, a Avenida Feliciano Sodré, a Rua Marechal Deodoro , a Avenida Visconde do Rio Branco, o Terminal Rodoviário, a Rua da Conceição, entre outras.

De acordo com a subsecretária de Assistência Social e Direitos Humanos, Angélica Hullen, onze pessoas foram atendidas no Centro Especializado para População de Rua (Crepop), também no Centro, onde tiveram a oportunidade de receber uma série de serviços assistenciais, sendo que dois deles pernoitaram e um precisou de atendimento de saúde.

“Hoje, mais de 80% da população que mora na rua não são do município”, afirmou a subsecretária.

Funcionários da Clin retiraram das ruas diversos pertences dos moradores de rua, como colchões, carrinhos de supermercado e outros materiais que eles colocavam sobre as calçadas e atrapalhavam o caminho dos pedestres.