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CIDADE Senado aprova verba para reestruturação da Região Oceânica

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O Senado federal aprovou na última terça-feira, (26/04), o financiamento do Banco Latino Americano de Desenvolvimento – Cooperação Andina de Fomento (CAF), no valor de R$ 350 milhões de reais, para obras de infraestrutura, drenagem, pavimentação e mobilidade da Região Oceânica de Niterói. As intervenções fazem parte do Programa Região Oceânica Sustentável (Pró-Sustentável), que prevê o desenvolvimento sustentável e recuperação ambiental da região.

“A aprovação desse financiamento pelo Senado, mesmo neste ambiente de crise mais geral é uma sinalização clara de que Niterói está no rumo certo.  Organizamos as contas públicas, estruturamos um plano estratégico, retiramos a cidade do isolamento administrativo, a conectamos a organismos internacionais de cooperação e estamos tirando do papel projetos esperados há anos”, destaca o prefeito da cidade, Rodrigo Neves.

O prefeito refere-se a ação como requalificação da área de influência da TransOceânica, pavimentação e requalificação de vias, macrodrenagem, expansão e implantação de sistema cicloviário, construção de um Centro de Referência em Sustentabilidade Urbana, recuperação de rios, projetos de ecoturismo e gestão das praias, além de um plano de gestão ambiental específico para a RO, entre outras ações.

“Nesses últimos três anos estamos superando um histórico de abandono e ausência do poder público na Região Oceânica, através de investimentos de novas unidades de saúde, educação, dotando a área de infraestrutura e mobilidade urbana, como o túnel Charitas-Cafubá. Com os recursos da CAF, vamos concluir o programa de drenagem e pavimentação em todos os bairros da RO, além de proteger os ecossistemas e a infraestrutura urbana e ambiental de Niterói.”, afirma Rodrigo.

Até conseguir a aprovação do financiamento, a Prefeitura de Niterói teve de superar uma série de etapas em um período de aproximadamente dois anos, que incluíram avaliações da própria CAF, da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, do Ministério do Planejamento, do Ministério da Fazenda, além do próprio Senado, entre os outros órgãos de controle e fiscalização.