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Economia ruim influencia reajuste da medicação

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Depois de um ano em baixa, o setor farmacêutico já anunciou que irá aumentar acima do previsto o preço da medicação em todo território nacional.  Assim como fechou o ano passado, 2015 começou também muito ruim, com fatores influenciando negativamente o setor. Dólar alto e inflação acima do teto, impactam diretamente na elevação do custo que é repassado aos consumidores. Como mais de 80% dos insumos da indústria nacional são importados, é certeza de preço mais alto. Já a inflação alta deixa o poder de compra da população mais retraído, principalmente se partirmos do pressuposto de que  esse fator inibe a compra de bens de consumo po parte do consumidor, em especial produtos de higiene, beleza, ou seja, o setor farma.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) junto com o Ministério da Saúde acabam de anunciar reajustes nos preços dos medicamentos em todo território nacional. Com novos critérios, a expectativa é que o percentual fique abaixo da inflação, ou seja, abaixo dos preços médios retroativos.

Segundo comunicado oficial, fatores foram aplicados buscando maior previsibilidade, transparência, segurança e racionalidade, considerando o mercado por completo e com a possibilidade de acompanhar o mercado e suas tendências.

Um dos impactos mais notáveis ficou por conta da  redução do rol de medicamentos sujeitos ao maior reajuste de preço. Do total, 21,57% dos medicamentos regulados sofreram o maior reajuste, enquanto a maioria  (51,73%) vai sofrer um índice de reajuste menor. O percentual de reajuste será divulgado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) no dia 31 de março, após a publicação oficial do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), conforme a regra.

A dica é manter manter a saúde em dia porque, afinal de contas, quanto menos dinheiro gasto na farmácia, melhor vai a saúde.