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Educação pública sofre dificuldades em Niterói

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Membros do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) realizaram ontem (24) manifestação em frente à Fundação Municipal de Educação em prol de melhorias para a categoria. Professores das redes estadual e municipal de Niterói em paralisação de 24h (definida no dia 15 deste mês) também se manifestaram abordando assuntos locais e seguindo o calendário nacional contra a Reforma da Previdência. Uma greve geral está programada para o dia 15 de maio.

Os atos aconteceram às 14h na Praça Araribóia, em frente às barcas, com uma aula pública sobre questões da contrarreforma da Previdência. Às 16h membros do Sepe seguiram para a Praça XV, Centro do Rio, para uma assembleia unificada. Membro do Sepe conta as inúmeras dificuldades que a categoria passa:

“Temos agravante na rede municipal de ensino como a falta de profissionais, tanto professores quantos cozinheiras. Das 30 horas para funcionários que o governo do Rodrigo Neves não implementa; uma urgência de chamar os aprovados nos concursos, como é o caso dos bibliotecários. Enfim, uma série de fatores que não podem ser tolerados. Não podemos admitir que alunos fiquem em casa sem aula porque não tem professor na escola. Cobramos também uma política que coloque os profissionais da educação dentro de escolas que ficam em comunidades”, reivindicou o membro da Secretaria do Combate ao Racismo do Sepe-Niterói, Thiago Coqueiro.

Segundo o coordenador-geral do Sepe-RJ, Gustavo Miranda, também participaram da paralisação profissionais dos municípios de Itaboraí, Volta Redonda, Cabo Frio, Tanguá, Mesquita, Cachoeira de Macacu, Mendes, Nova Iguaçu, Nova Friburgo e Miguel Pereira.

São Gonçalo

De acordo com a diretora do Sepe-São Gonçalo, Maria do Nascimento, ficou definido durante assembleia no dia 16 que os profissionais de educação do município participarão apenas da greve geral do dia 15 de maio.


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