Acesse nossas Mídias

Agenda

Sarau no Solar faz homenagem à obra de Noel Rosa

Compartilhe

1560_flyerServiço

Sarau do Noel
Data: Domingo, 19 de julho de 2015
Horário: 17h
Entrada gratuita
Classificação etária: livre
Lotação: 60 pessoas
Distribuição de senhas 1 hora antes da exibição

Local: Solar do Jambeiro
Endereço: Rua Presidente Domiciano, 195 – Boa Viagem
Telefone: (21) 2109-2222 | (21) 2109-2223

O Solar do Jambeiro traz para mais uma edição do Projeto Sarau no Solar, no domingo, 19 de julho, às 17h, o “Sarau do Noel”, uma homenagem do grupo Gomalina Clube a Noel Rosa. Sem deixar de lado os grandes clássicos, o quarteto se arrisca em canções quase inéditas do Poeta da Vila, compositor de várias faces, que mudou os rumos de nossa música na década de 30 e surpreende até hoje com sua atualidade.

O conjunto, conhecido por fazer releituras especiais e autênticas da obra de grandes compositores da música brasileira, é composto pelos músicos Renato Badeco nos vocais e pandeiro, Cadu Pacheco no violão, Rafael Tavares na guitarra semi-acústica, cavaquinho e trompete, e Marcos Luz no contrabaixo acústico.

Noel Rosa

Noel Rosa nasceu em 1910 e morreu em 1937. Boêmio, nascido em Vila Isabel, no Rio de Janeiro, elevou as letras de samba ao patamar de poesia – satírica, amorosa, social. Fez até poesia experimental, com seu “Gago Apaixonado” e a epistolar “Cordiais Saudações”.

Pai do moderno samba urbano, influenciou decisivamente Chico Buarque e tantos outros. Sua carreira meteórica, que acontecia entre aulas de medicina (largou no 3º ano), bares e bordéis, deslanchou a partir do sucesso de “Com que Roupa?”, em 1930. Como tantas canções que faria, era autobiográfica: por causa de sua saúde frágil, a mãe escondia suas roupas para que não saísse à noite.

Camarada de malandro e figuras da noite carioca, Noel gostava de compor com parceiros, especialmente Ismael Silva (“Para Me Livrar do Mal”) e Vadico (“Conversa de Botequim” e “Feitio de Oração”). Mas também compunha bem sozinho (“Fita Amarela”, “Palpite Infeliz” e “Último Desejo”), na calada da noite, com o indefectível cigarro pendido na boca.

A combinação de tuberculose e boemia foi demais para os pulmões fracos. Como os grandes poetas românticos e míticos astros do rock, morreu com 26 anos. Mas suas canções ficaram sempre presentes na música brasileira, marcantes, como verdadeiras obras-primas.


Compartilhe
Continuar Lendo
Comentários

Mais Agenda

Topo