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CINEMA Cine Arte UFF – PROGRAMAÇÃO 26 JANEIRO A 1 FEVEREIRO

26 de janeiro a 01 de fevereiro de 2017 – quinta a quarta

Ingressos
Inteira – R$ 12,00 | Meia – R$ 6,00 (exceto segundas-feiras)
Segunda-feira – Promoção “Meia-entrada para todos” – R$ 4,00
Endereço: Rua Miguel de Frias 9 Icaraí Niterói RJ (21) 3674-7511 | 3674-7512

Às 14h, Os Saltimbancos Trapalhões, Rumo à Hollywood, de João Daniel Tikhomiroff, com Renato Aragão, Dedé Santana, Letícia Colin, Emílio Dantas, Alinne Moraes, Marcos Frota, Maria Clara Gueiros. Entre a memória afetiva e a falta de dois componentes originais do quarteto cômico preferido das crianças nas décadas de 70 e 80, a nova versão não é um remake mas traz a lembrança da produção original com uma problemática atual: como fazer o circo sobreviver e competir com tantas atrações tecnológicas? E isso sem animais? Os cenários um tanto deslocados não tiram o brilho da proposta e os novos atores (Colin, Frota, Moraes, Gueiros) fazem um ótimo trabalho.

Ás 16h, A Criada (pré-estreia somente dia 05, quinta), de Park Chan-Wook, com Kim Min-Hee, Kim Tae-Ri, Jung-Woo Há. Com uma estética sofisticada e uma narrativa ágil e inventiva, que flerta com o gótico e o erótico,  o diretor coreano realiza um longa instigante, ao contar a história de uma jovem criada que pretende conquistar uma rica e retraída herdeira japonesa, mas pouco a pouco compreende o contexto em que ela vive e muda de ideia.

Às 18h50, Manchester à Beira-Mar, de Kenneth Lonergan, com Casey Affleck, Michelle Williams, Lucas Hedges. O premiado drama mostra as dificuldades de um homem retraído e silencioso em relacionar-se com seu sobrinho órfão, do qual deve cuidar após a morte do irmão. O adolescente, por sua vez, oscila entre o desejo de independência e a necessidade de afeto. Passado e presente se alternam para expor incomunicabilidade e solidão.

Às 21h10, lançamento de Paraíso, de Andrey Konchalovsky, com Yuliya Vysotskaya, Philippe Duquesne, Viktor Sukhorukov. A Segunda Guerra Mundial mostrada a partir da trajetória de três personagens que de alguma forma se imbricam. A estética peculiar, acentuada pela fotografia em PB aumenta a dramaticidade do longa, premiado com Leão de Prata de Melhor Direção no Festival de Veneza 2016 e pré-selecionado ao Oscar 2017 de melhor filme estrangeiro.