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Por Igor Calazans

ACORDAMOS!

Demoramos?

Talvez sim, talvez não… Talvez 513 anos tenham sido o tempo necessário para finalmente compreendermos que a força de vozes conjuntas torna-se brado e que, organizada, a fé é mais forte que a própria religião. Manifestar-se é uma prova de existência e o Brasil quer aparecer para crescer. A intolerância contra os absurdos, abusos, estupros e indiferenças cessaram ao vermos um país, mesmo machucado, não se caber de orgulho ao dizer: “Chega!”.

A voz do povo Deus não cala. Os braços dados mostram que “alienados” são aqueles que nunca acreditaram que isso um dia iria acontecer. O todo está farto e nas ruas vimos representados aqueles brasileiros amordaçados, que morreram açoitados, torturados, assassinados e enganados por guerras de poder, mas, mesmo assim, deixaram nessa terra suas gotas de suor, sangue e lágrimas que agora germinam em sementes de indignação.

Num país em que grande parte da população é composta por miseráveis, analfabetos e carentes de informação, somente uma classe reflexiva e amparada por subsídios sociais poderia tomar frente da causa. Esse “Populismo Selvagem” criado pelo atual governo (não estou falando de partido, sim da forma de governar) de dar o peixe ao invés de possibilitar a pesca, foi o estopim para inflamar a paciência de quem movimenta a economia do país. Cansados de ver seus dinheiros roubados, usados em desmandos e fora dos tributos sociais, a classe resolveu dar o recado e chamar à atenção. O povo não precisa de bolsa, ele precisa que alguém lhe ouça.

Foi dado o primeiro passo. Agora, muitos outros deverão ser alcançados até a melhor hora de ação. 2014 é ano eleitoral.  E todo esse movimento não pode ser deixado de lado, pois o voto é a melhor arma que ainda falta nessa REVOLUÇÃO.


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