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EXPOSIÇÕES “Transparências” entra em cartaz na SJCC

1603_obra3Serviço:

Exposição “Transparências”, do artista visual Olívio Neto
Curadoria: Desirée Monjardim
Abertura: 4 de agosto de 2015, às 19h
Data: Até 1º de setembro
Visitação: Segunda a sexta-feira, das 9h às 17h
Classificação Etária: Livre
Entrada Franca

Local: Sala José Candido de Carvalho
Endereço: Rua Presidente Pedreira, 98, Ingá, Niterói
Telefone: (21) 2621-5050

A exposição “Transparências”, do artista visual Olívio Neto, entra em cartaz no dia 04 de agosto de 2015, terça-feira, às 19h, na Sala José Cândido de Carvalho, no Ingá. Com curadoria de Desireé Monjardim, a mostra fica aberta para visitação de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e tem entrada franca.

A mostra reúne quadros que apresentam tons variados de amarelo, preenchendo formas como listras, retângulos e círculos. Formatos tridimensionais também dão sentido as telas, criando não intencionalmente espaços e fundos, que, em meio a coloração, se sobressaem perante as transparências notórias.

De acordo com a artista e professora da EBA/UFRJ, Beatriz Pimenta, “Olívio Neto passou por diversas faculdades antes de chegar ao Curso de Artes Visuais – Escultura, da EBA/UFRJ, no qual o livre experimentar de diferentes materiais, imediatamente, o fez revelar suavidade e transparência em formas sucintas dispostas no espaço”.

Olívio Neto passou por diversas faculdades antes de chegar ao Curso de Artes Visuais – Escultura, da EBA/UFRJ, no qual o livre experimentar de diferentes materiais, imediatamente, o fez revelar suavidade e transparência em formas sucintas dispostas no espaço. Em sensível releitura de conceitos estabelecidos pela arte moderna e contemporânea, seu trabalho atual sintetiza de forma lúdica elementos da Op Art e do Neoconcretismo de Hélio Oiticica.

Na galeria, a parede branca parece vestida por cores flutuantes que, com o deslocamento do espectador e ao mínimo movimento do ar, geram matizes dinamizados pelo moire de tramas superpostas. As linhas dessa grade flexível e ondulante nos convidam a penetrar em imagens icônicas da história da arte, como as listras de Daniel Buren, os retângulos de Mark Rothko, as bandeirinhas de Alfredo Volpi, entre outras combinações já vistas em telas de pintura de reconhecido valor. Entretanto, o trabalho de Olívio na sala José Candido de Carvalho, com suas luzes amarelas e quentes, nos convida a vivenciar essas formas, em diferentes escalas, em espaço tridimensional, no qual a partir de diferentes pontos de vista, formas tornam-se espaços, fundos transformam-se em figuras.

      Beatriz Pimenta

 

      Artista – Professora da EBA/UFRJ

 

    Julho de 2015