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Obras No Engenho do Mato-14

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Obras de drenagem e pavimentação avançam no Engenho do Mato

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Três tipos de pavimento serão usados para manter as características do bairro

As obras de drenagem e pavimentação do Engenho do Mato, na Região Oceânica de Niterói, seguem avançando. Neste momento, equipes da Empresa Municipal de Moradia, Urbanização e Saneamento (Emusa) estão terminando a drenagem em um trecho da Avenida Irene Lopes Sodré, próximo ao condomínio do Ubá Floresta, e em seguida irão executar a rede de drenagem em frente à Praça do Engenho do Mato.

Das 117 ruas que serão beneficiadas no projeto, 67 já receberam algum tipo de intervenção. As vias com infraestrutura mais avançada são a 04 e 05.

Já as ruas que receberam trechos de pavimentação são 51, 52, 54, 55, 56, 57. As que estão recebendo rede de drenagem são 10B, 14, 21, 42, 65, 76, 83, Darwin Álvares, Heraldo de Oliveira, Cezalpino José Vargas, Correia Pinto, Pau Brasil, Bertha Motta e Rua das Aroeiras.

Com investimento de R$145 milhões, o prazo de conclusão das obras é de 30 meses, o que ocorrerá em agosto de 2024.

Pacote de obras

As intervenções do Engenho do Mato integram o pacote de obras de drenagem e pavimentação para a Região Oceânica, que foi anunciado pela Prefeitura de Niterói em 2019, e inclui, ainda, os bairros Santo Antônio, Maralegre, Maravista e Serra Grande.

São mais de 200 ruas que receberão urbanização com investimento do município de mais de R$ 200 milhões.

Moradora do Vale Feliz, a doutora em ciências biológicas Eleonora Appel ressalta os aspectos ambientais da obra e diz que elas trarão consequências positivas para toda a região.

“As obras de drenagem e pavimentação das ruas no Engenho do Mato são necessárias para a Região Oceânica em diversos aspectos como a redução do impacto das chuvas ao meio ambiente, como erosões e poluição de rios e lagos; redução da incidência de doenças de veiculação hídrica; condições razoáveis de circulação de veículos e pedestres em áreas urbanas, por ocasião de chuvas intensas, urbanização das vias de acesso com consequente melhora para o comércio local e do ir e vir dos moradores. Quando falamos em obra, não é inteligente focar nos possíveis transtornos gerados na ocasião da realização. É preciso pensar na geração de empregos e nas consequências positivas futuras”, opina.


Fotos: Lucas Benevides

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