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Comrua Companhia de Dança estreia turnê nacional do Theatro Municipal de Niterói

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Uma jovem talentosa, que em 2021 completou 23 anos.

Nascida em Niterói, no Rio de Janeiro, criou um sotaque próprio, delicadamente inspirado nas diversas artes e suas antíteses, criando um mundo visual e comunicacional diagramado em frames e luzes.

Nada linear. Nada analógico.

Despontou mundo afora por sua capacidade de discutir o próprio ser humano, fazendo dele sua principal fonte de inspiração.

Por sua capacidade de comunicação com as mais variadas plateias ressoou em territórios distintos.

Conquistou palcos dançando temas ontológicos que absorvem o homem em suas mais íntimas aspirações. Pincelou essa construção com pitadas de um humor sutil e quixotescamente ingênuo, que travou batalhas inimagináveis com o mundo da abstração e da poesia.

Essa não é a descrição de uma pessoa, mas poderia ser.

Trata-se certamente de um corpo que se move homogêneo, ainda que impulsionado pelos desejos individuais de suas partes, essas sim, heterogêneas.

Esta é a descrição de um grupo que desde sua fundação reuniu almas inquietas, ansiosas por discutir suas relações com o mundo.

E foi assim que em 1998 surgiu uma COMRUA no sudeste do Brasil.

Ao todo são 2 espetáculos criados e 18 coreografias irradiadas nas mais diversas direções geográficas. Por ano, uma média de 40 (quarenta) exibições públicas de uma obra que se tornou uma escola, uma referência para mais e novos criadores.

A obra:

Uma trupe de 6 dançarinos, riscando em todas as direções o espaço cênico, sem pausas, durante 60 minutos, tudo se forma com a mesma rapidez com que se desforma (ou se transforma). E nada parece se conformar completamente. Solos, duos, quartetos, formações maiores ou menores de grupo se constituem e se dissipam a todo momento, num jogo incessante de união e dispersão.

A ocupação do espaço é no mais das vezes anárquica, frenética, enquanto a gradação dos movimentos vai do festivo ao ritualístico.

Tudo desemboca numa trilha sonora elaborada por Pâmela Oliveira que permite a Rodrigo Pires desenhar com os corpos de seus dançarinos a melodia oculta no espetáculo rítmico e dinâmico.

Giram de cabeça sobre o chão em equilíbrios impensáveis, combates estilizados, nítidas alusões ao hip-hop.

De temperatura e densidade altas, talvez seja o espetáculo da cia com mais incidência de movimentos de chão.

Concepção e Direçāo: Rodrigo Pires

Interpretes-criadores: Anderson peter, David medeiros, Jhonata Costa, Marcos Paulo, Noemi Souza, Pâmela Oliveira e Rafael Matheus

Fotos: Fernando Ferreira

Esse espetáculo foi contemplado pelo Edital Fomentāo da Secretaria das Culturas de Niterói.

Serviço:

Corre – Comrua Companhia de Dança.

Local: Theatro Municipal de Niterói

Datas e Horários:

28 de Outubro às 20h

29 de Outubro às 16h

29 de Outubro às 19h

Ingressos: De R$25 A R$50

Vendas:

Bilheteria do Theatro Municipal de Niterói

Site da Sympla.

Patrocínio: Prefeitura de Niterói e secretaria das Culturas de Niterói

Apoio: Devant Espaço de Dança e Audiotech Luz e Som


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