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Sexta-Feira 13, dia de sorte ou azar?

Até que ponto vai a crença popular? Se o misticismo diz que uma sexta-feira 13 é um dia de azar, e você acredita nisso, prepare seus patuás e amuletos, porque esse são três no calendário. Seja você crédulo ou não, deve saber que a data é marcada por diversas histórias e mitos de maus agouros e assombros, reunindo adeptos para o bem e para o mal. Não à toda, um dos maiores vilões do cinema, Jason Vorhees, estrela a série chamada “Sexta-Feira 13”.

Origens do mito

A sexta-feira 13 foi o dia em que Jesus foi crucificado, e por essa razão seria considerado um dia de azar, mas a superstição já foi relatada em outras culturas antes de Cristo. Uma delas trata da mitologia nórdica, na qual conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses.

Em outra versão, a deusa do amor e da beleza era Friga,que deu origem a Frigadag, sexta-feira. Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras onze bruxas e o demônio, e os 13 ficavam rogando pragas aos humanos. Da Escandinávia a superstição espalhou-se pela Europa.

O número 13 é o sétimo número de Fibonacci, depois do 8 e antes do 21. Por superstição, o 13 é um número atribuído ao azar em muitas culturas. Devido a essa tradição é costume em alguns países não haver andares com o número 13 nos prédios. Nas corridas de Fórmula 1, geralmente não existe o carro com o número 13, mas ele, por estar presente nos dias de calendário, é muito explorado pela astrologia, e embora oculto na astronomia, é também muitas vezes parte integrante de alguns símbolos. Quem tem medo do número 13 sofre de triscaidecafobia.