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Roda de Novos Poetas: Bernard Tinoco convida Cristina Lebre

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Roda de Novos Poetas
Bernard Tinoco convida Cristina Lebre
Datas: Terça, 18 de agosto de 2015
Horário: 19h
Entrada gratuita
Classificação etária: livre

Local: Teatro Municipal de Niterói – Salão Nobre
Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói-RJ
Tel: (21) 2620-1624

O Salão Nobre do Teatro Municipal de Niterói recebe no dia 18 de agosto de 2015, terça-feira, às 19h, a Roda de Novos Poetas. O poeta Bernard Tinoco, estudante de economia e escritor, convida a poeta, escritora e jornalista Cristina Lebre para mais um momento especial de declamação de poesias.

Cristina Lebre

Jornalista formada pela UFF, Cristina Lebre também é escritora, poeta, revisora, locutora e apresentadora de TV. Trabalhou como locutora da Rádio Fluminense FM, a famosa “Maldita”, nos anos 80, quando se tornou também apresentadora e redatora. Foi assessora de Imprensa no extinto BNH e, posteriormente, na Caixa Econômica Federal. Pós-graduada em Letras, Cristina escreve prosas e poesias desde pequena. Em 2008, lançou seu primeiro livro, “Olhos de Lince”, contendo poemas escritos entre a adolescência e a idade adulta. Passou a frequentar os principais saraus de poesia de Niterói, São Gonçalo e Rio, tendo lançado, em 2013, seu segundo livro, “Marca d’Água”, com poemas e também contos, narrativa em que hoje dá seus primeiros passos. Como apresentadora de TV, participou do programa “Café Paris”, exclusivamente dedicado à divulgação e contribuição para o fomento da cultura de Niterói, São Gonçalo e entornos. Atualmente, escreve também a coluna “Letras”, no jornal semanal “Gazeta Niteroiense”.

Bernard Tinoco

O jovem Bernard Tinoco, estudante de economia da UFF, poeta e escritor, desde muito cedo escolheu a poesia como forma de olhar o mundo. Através dela, o artista dá voz a todo sentimento, fé e dúvida, quando instigado-. Frequentador dos saraus de poesia de Niterói e do Rio de janeiro, principalmente do Corujão da poesia, encontrou espaço e admiração ao construir sua voz poética com substancialidade e irreverência. Transita entre as formas clássicas e os versos livres, tem em Carlos Drummond de Andrade sua maior referência, e busca indagar-se sobre a condição humana através dos clássicos da literatura, como Dostóievski e Kafka. O poeta procura enxergar o mundo e suas contradições pela ótica da poesia das coisas, trazendo em sua obra o diálogo constante e a oscilação do pensamento.


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