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TEATRO Espetáculo: Guerra Doce

Serviço:
Guerra Doce
Teatro da UFF- Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Bilhetereia: 3674-7511 / 3674-7512
Temporada: 04 a 27 de março
Dias e horários: sextas e sábados às 21h, domingos às 20h.
Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
Duração: 90 minutos

Guerra Doce segue em cartaz no Teatro da UFF

Texto é assinado por Edu Porto, direção de Willian Vita e com Babi Xavier, Edu Porto e Wilian Vita no elenco.

Baseada em uma história real, Guerra Doce trata da vida de três pessoas completamente diferentes. André estuda filosofia, pinta quadros e leva uma vida libertina. Um jovem descolado e leve. Gustavo, um empresário bem sucedido, conservador que acabara de ser traído por sua esposa. Carol dança e canta na noite para pagar a faculdade e é apaixonada por André. Um encontro inesperado em um bar na final da Copa do Mundo de 1994 muda a rumo da vida deles. No desenrolar da história a descoberta de uma doença terminal em um deles os leva a repensar sobre suas vidas.
“Guerra Doce” propõe uma reflexão sobre como lidamos com o amor nos tempos atuais. Não de maneira piegas, mas como o vivenciamos na vida, no dia-a-dia, nos momentos mais difíceis e desafiadores. É um espetáculo cheio de conflitos relevantes, onde a todo momento o público poderá se colocar no lugar dos personagens. O que será proposto a cada pessoa que assistir à peça é pensar: “Onde está o amor em mim?

O projeto Guerra Doce pretende abordar um tema que parecem batidos, porem sempre voltam à tona como: preconceito, doenças sexualmente transmissíveis e relacionamentos em geral. Segundo Edu Porto, autor e ator do espetáculo:

“Fui nascido e criado em um bairro amoral, de comunidade, no centro da cidade do Rio de Janeiro. Ali resido até hoje. Desde minha infância assisti de camarote esse monstro chamado preconceito esmagando possibilidades.”

Como sabemos os índices de doenças sexualmente transmissíveis em aumentado de forma significativamente no Brasil, principalmente a AIDS entre os jovens que estão iniciando a vida sexual mais cedo.

“Nunca podemos deixar o amor próprio ficar em segundo plano por conta de um prazer imediato.” ,fala o autor.

Utilidade pública e responsabilidade social tem que estar sempre em primeiro plano na vida do artista. Edu complementa

”Nesse meu primeiro roteiro estou querendo gritar aos quatro ventos que o amor, bem contado com uma história linda, vence qualquer doença e preconceito!”