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Parte do teto desaba em escola de Niterói e estudantes denunciam abandono

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Colégio Brasil-China, referência no Ideb, enfrenta interdições e obras paradas desde 2023

O Colégio Estadual Matemático Joaquim Gomes de Sousa — Intercultural Brasil-China, localizado na histórica Casa da Princesa, em Charitas, Niterói, virou alvo de denúncias após o desabamento de parte do teto da unidade.

Imagens divulgadas pelo Grêmio Estudantil R.E.P. mostram o forro do refeitório cedendo após as fortes chuvas recentes. Apesar de a escola apresentar um dos melhores desempenhos no Ideb do Estado do Rio de Janeiro, alunos relatam problemas estruturais que se arrastam há anos.


Estrutura precária e espaços interditados

Segundo os estudantes, a unidade convive com:

  • Áreas isoladas por risco estrutural
  • Obras iniciadas e não concluídas
  • Laboratórios fechados, comprometendo aulas práticas
  • Piscina inaugurada em 2015 que nunca foi utilizada
  • Ausência de quadra esportiva

A situação gera preocupação, principalmente por se tratar de uma escola de ensino integral com foco em Ciências Exatas Aplicadas aos Negócios, além de oferecer aulas de mandarim e parceria com a Universidade de Hebei, na China.


Contraste entre excelência acadêmica e infraestrutura

O colégio é considerado referência na rede pública e possui proposta pedagógica diferenciada. No entanto, a precariedade estrutural relatada pelos alunos contrasta com o alto desempenho educacional.

As denúncias apontam que reformas começaram há cerca de um ano, mas estariam paralisadas, deixando parte da escola interditada.


O que diz a Secretaria de Educação

Em nota, a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) informou que a unidade passa por obras e que o telhado já teria sido substituído. Segundo a pasta, áreas que apresentam risco estão devidamente isoladas para garantir a segurança de estudantes e funcionários.

Os alunos, contudo, afirmam que os problemas persistem e que as intervenções não foram concluídas.


Patrimônio histórico abriga a unidade

A escola funciona em um prédio do século XIX, conhecido como Casa da Princesa, o que exige cuidados específicos de manutenção e preservação.

Enquanto as investigações sobre as condições estruturais seguem, a comunidade escolar cobra providências urgentes para garantir segurança e qualidade no ambiente de ensino.


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