a cidade
Pontos Turísticos
Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC)
Endereço: Mirante da Boa Viagem, s/nº. Niterói, RJ
Tel: (21) 2620-2400
Funcionamento*:
Espaço Expositivo: de terça à domingo das 10h às 18h.
Pátio: de segunda a domingo das 9h às 18h.
Preço: adulto - R$ 4,00 / Estudantes: R$ 2,00 / Às Quartas-feiras - Grátis
www.macniteroi.com.br
*Aos sábados e domingos durante o horário de Verão, o MAC de Niterói funcionará excepcionalmente até as 19h.
A bilheteria encerra suas atividades 15 minutos antes.
O Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC) é um museu sobre o Mirante da Boa Viagem, localizado no bairro do Ingá na cidade Niterói, Rio de Janeiro, no Brasil. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o MAC tornou-se um dos cartões-postais de Niterói. Destina-se principalmente a obras pertencentes à arte contemporânea, todas datadas ao decorrer do século XX. Apresenta desde artes abstratas até obras retratando a ilusão da Monarquia Brasileira. O museu possui um acervo de 1.217 obras da Coleção João Sattamini.
O Museu tem 2 500 m² de área e sua construção demorou cinco anos, tendo sido preciso 300 operários. Foram consumidos 3,2 milhões m³ de concreto, quantidade suficiente para levantar um prédio de 10 pavimentos. O prédio tem 50 metros de diâmetro, tendo recebido tratamento térmico e impermeabilizante. A estrutura consegue suportar um peso de cerca de 400 kg e ventos de velocidade de até 200 km/h.
O MAC ainda disponibiliza atividades educacionais, dentro outros, desde 1996, chamadas de Desafios Comunicativos da Arte Contemporânea, com o intuito, segundo a administração do museu, de incentivar a "produção artística contemporânea, que se coloca exposta em um espaço público onde circulam indivíduos não pertencentes ao mundo da arte."
Fortaleza de Santa Cruz da Barra
Endereço: Estrada Eurico Gaspar Dutra, s/nº- Jurujuba
Tel.: (21) 3611-1209 / 2710-2354 / 2711-0725
Visitação: De Terça a Domingo, das 10h às 17h
Ingresso: Adultos: R$ 4,00 Estudantes(com carteira do estabelecimento de ensino): R$ 2,00
Ônibus: 33 – Jurujuba – Fortaleza, no Terminal no Centro de Niterói.
Atenção: Os ônibus que vão até a entrada da Fortaleza, partem em horários especiais. Procure se informar.
Cruzando fogos com a Fortaleza de São João e com o Forte Tamandaré da Laje, constituiu a principal estrutura defensiva da barra da baía de Guanabara e da cidade e porto do Rio de Janeiro durante o período da Colônia e do Império. Encontra-se guarnecida até aos dias de hoje, atraindo uma média de dois mil visitantes por mês, em visitas guiadas, de hora em hora, com a duração de cerca de 45 minutos. Atualmente, é a sede da Artilharia Divisionária da 1ª Divisão de Exército.
Pedra de Itapuca
Itapuca é um monumento de formação rochosa que se localiza entre as praias de Icaraí e das Flexas, respectivamente praias dos bairros de Icaraí e Ingá, no município de Niterói, estado do Rio de Janeiro. Significa em tupi-guarani "pedra furada", denominação dada devido à antiga formação que tal monumento possuia antes de ser implodido, tendo agora uma formação diferenciada daquela que deu origem ao seu nome.
Pedra do Índio
A ´Pedra do Índio é um monumento de formação rochosa que se localiza na Praia de Icaraí, do município de Niterói, estado do Rio de Janeiro. A pedra é um ponto ótimo para pescadores locais e apreciadores da Praia e do resto da Baía de Guanabara.
O Pôr do Sol visto da Pedra do Índio é de extrema beleza, provada pelo representante da ONU que fez visita em Niterói no ano de 2007, para conhecer projetos e visualizar o chamado "fenomeno Cidade Simpatia", como chamado o rápido crescimento de Niterói, até alcançar o ápice de cidade com terceiro melhor IDH do Brasil.
Fatos Históricos
Quando Araribóia derrotou os franceses e recebeu de Estácio de Sá direito de escolha para qualquer região da Guanabara como recompensa da vitória, o cacique dos tupis logo apontou para as "águas escondidas" (em tupi: Niterói). Ao entrar na pequena baía que forma a orla Boa Viagem-Jurujuba, Araribóis avistou a pedra e achou obra de Tupã uma formação rochosa baseada em sua face.
Caminho Niemeyer
O Caminho Niemeyer é um conjunto arquitetônico cultural em construção na cidade de Niterói, Rio de Janeiro, com construções projetadas por Oscar Niemeyer, nos bairros litorâneos, margeando a orla, do centro à zona sul da cidade.desde o terreno do Aterro da Praia Grande no Centro até o bairro da Boa Viagem.
O Museu de Arte Contemporânea de Niterói acabara de ser concluído quando o então prefeito do município, Jorge Roberto Silveira, convidou o arquiteto Oscar Niemeyer para um novo projeto. Pensando em revitalizar a zona central de Niterói, Jorge Roberto decidiu construir, em um terreno de 72.000 m² à beira mar, no Aterro da Praia Grande, um complexo arquitetônico voltado para a cultura e distribuir as várias construções projetadas por Niemeyer ao longo da orla, desde o terreno no Centro até o bairro da Boa Viagem, onde o MAC se juntaria ao conjunto formando um caminho ao longo da orla - o Caminho Niemeyer. Ao longo deste tempo o projeto passou por diversas modificações, tanto com relação a sua própria localização, quanto a definição dos prédios a serem construídos, e mesmo os projetos arquitetônicos destes prédios. Outro fato retardou o efetivo início das obras: por se tratarem de prédios de alta complexidade de construção - seja por sua arquitetura ou seja pela qualidade do terreno, que exige fundações vigorosas - os custos seriam muito elevados para os padrões de novos empreendimentos da Prefeitura.
O Caminho Niemeyer inclui atualmente dez projetos, cinco concluídos, dois em construção e três ainda em fase de projeto:
- Museu de Arte Contemporânea de Niterói
- Praça JK
- Memorial Roberto Silveira, também chamado de Centro de Memória Roberto Silveira
- Teatro Popular de Niterói
- Estação Hidroviária de Charitas, prédio do Terminal das Barcas de Charitas
- Fundação Oscar Niemeyer
Teatro Popular de Niterói
Também conhecido como Teatro Popular Oscar Niemeyer, em homenagem a seu idealizador, situa-se na cidade de Niterói, Rio de Janeiro e foi inaugurado no dia 5 de abril de 2007. Integrante do Caminho Niemeyer, junto ao Museu de Arte Contemporânea de Niterói, à Estação de Catamarãs de Charitas e à Praça JK compõe o acervo cultural e turístico da cidade.
O interior do teatro comporta 380 lugares. Entretanto o palco apresenta parte posterior reversível, que se abre para uma ampla praça podendo abrigar espetáculos ao ar livre que ampliam sua capacidade máxima para 20.000 lugares em um espaço de 17 mil metros quadrados.
Seu traçado sinuoso é característico de seu criador e seus painéis retratam 3 desenhos alegóricos de mulheres. Tem mil metros quadrados de área interna e o custo de sua construção foi avaliado em 14 milhões de Reais, sendo 9 milhões custeados pela Prefeitura de Niterói e o restante pelo Ministério do Turismo.
Sua inauguração, em 2007, integrou as celebrações em homenagem aos 100 anos de nascimento do arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer.
Estação Hidroviária de Charitas (Barcas de Charitas)
É o edifício do terminal hidroviário do bairro de Charitas, na cidade de Niterói. A Estação levou a assinatura do arquiteto Oscar Niemeyer e se tornou uma atração turística da cidade, e faz parte do complexo arquitetônico cultural chamado de Caminho Niemeyer, que percorre vários bairros de Niterói margeando sua orla litorânea.
A estação hidroviária pertence a empresa Barcas S/A recebendo a linha de catamarã que fazem a ligação entre Niterói e a cidade do Rio de Janeiro cruzando a Baía de Guanabara. Ligando o bairro de Charitas à estação Praça XV na cidade do Rio de Janeiro.
Um dos destaques do edifício é o recuo da estação em relação à linha da água e a construção de um píer sobre estacas, onde atracam os catamarãs. O edifício tem 2.000 m2 e 700 m2 de vidro para compor o salão panorâmico de embarque de passageiros. O espaço abriga lojas de conveniência, o restaurante Olimpo, e uma vista da enseada e da Baía de Guanabara.
Memorial Roberto Silveira
Também chamado Centro de Memória Roberto Silveira, é uma das nove construções do Caminho Niemeyer, complexo cultural em Niterói, Rio de Janeiro. Fica localizado no trecho do Caminho Niemeyer do Centro da cidade, no Aterro da Praia Grande, próximo ao Terminal Rodoviário João Goulart - vizinho do Teatro Popular de Niterói e da Fundação Oscar Niemeyer (recém-inaugurado).
O prédio abriga importante acervo histórico e iconográfico de Niterói, começando com mais de 200 mil títulos digitalizados contendo dados da cidade de Niterói, do Estado do Rio de Janeiro e da vida do ex-governador Roberto Silveira.
Contém ainda terminais de computadores para consultas eletrônicas, espaço para exposições, central de informação e impressão de dados pesquisados, auditório e painel do artista plástico Cláudio Valério Teixeira.
Cantareira
A Cantareira é como popular e festivamente é chamada a Praça Leoni Ramos e seus arredores, no histórico bairro de São Domingos. Também é chamada de "Lapa de Niterói", em comparação ao bairro da Lapa na cidade do Rio de Janeiro, reduto da boêmia, à medida que em volta da Praça Leoni Ramos há vários bares, pubs e restaurantes em construções históricas, frequentados por jovens e estudantes universitários. Ainda nas nas casas da vizinhança abrigam dezenas de atelieres de artes plásticas, formando um corredor cultural e artístico, que lembra o bairro carioca de Santa Teresa.
Abriga o Espaço Cultural Cantareira - em um edifício histórico que deu apelido ao lugar - restaurado e adaptado a esse fim.
Forte do Pico e Forte São Luís
As construções do Pico ainda preservam com imponência e grandiosidade guaritas e muros de pedra já cobertos de vegetação, dois imponentes portões de acesso, corredores, galerias e túneis carregados de mistério e largos pátios rochosos.
Costão de Itacoatiara
Este monolito rochoso adentra o oceano, formando a Ponta de Itacoatiara. Com aproximadamente 250m de altura, esta rocha pertence ao Parque Estadual da Serra da Tiririca e possui uma vegetação predominantemente rupícola, com muitas bromélias e orquídeas, além de dois "oásis" de Mata Atlântica, um em seu cume e outro em sua encosta leste.
Enseada de Jurujuba
Possui 300m de extensão, margeada por estreita calçada. Jurujuba é uma colônia de pescadores, que é cenário da Festa de São Pedro dos Pescadores, realizada anualmente em 29 de Junho. Além da Igreja de São Pedro dos Pescadores, na orla há vários restaurantes típicos de frutos do mar.
Jardim São João
O Jardim São João é uma grande área central do Centro de Niterói, sendo formado por duas praças e concentra grande circulação de pessoas. É delimitada pelas ruas São João, São Pedro, Visconde do Uruguai e Barão do Amazonas, sendo ainda as duas praças cortadas pela rua Visconde de Itaboraí.
Nela se situa a Igreja de São João Batista (igreja matriz e santo padroeiro da cidade, inaugurada em 1885), e o antigo Paço Municipal de Niterói (atual Secretaria Municipal de Educação).
Praça Araribóia (Estátua Araribóia)
A Estátua de Araribóia é um monumento em memória do cacique Araribóia, fundador da cidade de Niterói, única cidade brasileira fundada por um índio. O monumento está localizada na Praça Araribóia, Centro de Niterói, no trecho em frente a Rua da Conceição.
Foi inaugurado em comemoração ao IV Centenário da cidade e substituí busto de bronze do cacique, que ficava no mesmo local.
A estátua de corpo inteiro tem a frente voltada para a estação das barcas da Praça Araribóia e para a cidade do Rio de Janeiro e apresenta Araribóia semi-nu, em trajes típicos, com uma expressão de rosto fechada e seus braços cruzados.
Diz a tradição, e a interpretação corrente, que Araribóia estaria em posição de vigilância, para proteger a cidade de invasores vindos do mar e do outro lado da Baía de Guanabara.
Praça da República
Conjunto arquitetônico, tombado pelo Patrimônio Estadual, todo em estilo eclético, construído no início do século XX, em Niterói. Constituído da praça e prédios do seu entorno: Biblioteca Estadual, Câmara dos Vereadores (antiga Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro), Liceu Nilo Peçanha, sede regional da Polícia Civil e Tribunal de Justiça de Niterói. Até o início do século XX, parte da localidade era uma área de despejo de esgoto, através do barris dos tigres, denominada Campo Sujo, ladeada pelo Morro do Campo Sujo ou Doutor Celestino.
Com o projeto de aterro da enseada de São Lourenço e posterior urbanização, esse conjunto de intervenções batizadas de Renascença Fluminense, efetua-se o desmonte hidráulico do morro e começa-se a construir o Centro Cívico da então capital do estado do Rio de Janeiro. O projeto de construção do conjunto pertence ao arquiteto Pietro Campofiorito.
Praça JK
O complexo paisagístico e arquitetônico da Praça JK é uma síntese dos estilos que marcam a história de Niterói, e fica na região do Aterro da Praia Grande, no trecho entre os bairros do Centro e São Domingos, como homenagem ao presidente Juscelino Kubitschek.
A construção da praça foi iniciada na segunda metade do século XX, como homenagem ao Presidente Juscelino Kubitschek. Feita para simbolizar a majestade futurista do governo JK e marcar o fim das obras que resultaram no Aterro da Praia Grande, com a última reforma foi incorporada ao Caminho Niemeyer, com a arquitetura do próprio Oscar Niemeyer.
A praça projetada por Oscar Niemeyer, tem uma vista que compreende a orla de Niterói e da cidade do Rio de Janeiro, foi construída em cima da primeira garagem subterrânea de Niterói. Tem uma escultura em bronze de Oscar Niemeyer e JK sentados num dos bancos da praça olhando uma planta arquitetônica de uma das construções de Brasília e uma grande marquise que liga os dois extremos da praça.
Igreja de São Lourenço dos Índios
A origem da Igreja está ligada ao início da atual cidade, e é com certeza a mais antiga de Niterói. Mém de Sá, em agradecimento ao Índio Araribóia, que muito contribuiu na luta contra os franceses na defesa do Rio de Janeiro, efetivou a doação de terras deste município ao índio guerreiro, em 16 de março de 1568, sendo a posse solene realizada em 22 de novembro de 1573 - data maior de Niterói. Instalou-se Araribóia, com sua tribo, na encosta do Morro de São Lourenço, onde foram construídas primitivas choupanas e igualmente uma capela.
Considera-se a igreja o monumento da fundação da cidade de Niterói. Segundo fontes documentais, ela é do início do século XVII. Em 1769 a capela foi reconstruída, tomando a fisionomia que ainda hoje conserva. A construção, feita de pedra e cal, tem linhas arquitetônicas simples, muito representativa da sobriedade que foi traço marcante na arquitetura dos padres jesuítas. A fachada principal é constituída de porta de madeira, em folha dupla, almofadada, verga reta, seiscentista, com molduras de pedra portuguesa.
Na altura do coro, três janelas em folha dupla, encixilhadas de vidro, verga reta, também com molduras de pedras portuguesas. Na lateral direita, no mesmo nível das janelas, dois campanários. Cimalha que separa o primeiro pavimento do frontão triangular, este com óculo central, encimado por cruz. No interior, a igreja possui altar-mor, com retábulo, considerado pelo arquiteto Lúcio Costa o mais belo do Brasil. Restam na capela atual, além do retábulo de madeira, a imagem de São Lourenço, obra-prima de santeiros portugueses do século XVII; um lavabo de pedra portuguesa, embutida na parede da sacristia, com torneira de bronze; o púlpito de madeira; a pia de água benta e a pia batismal, em pedra de Lisboa do século XVII; a porta de entrada, em almofadas, e a porta que leva à sacristia, em diamante.
Paço Municipal de Niterói
Também antigamente conhecido como Casa dos Vereadores - atual sede da Secretaria Municipal de Educação de Niterói, Estado do Rio de Janeiro, localizado no antigo rossio da cidade, o atual Jardim São João, Centro, na rua Visconde de Uruguai, entre as ruas São Pedro e São João.
Esse palacete possui arquitetura ecletizada e foi inaugurado em 1914, com projeto do engenheiro militar Vilanova Machadoque, para a sede do Legislativo Municipal, em substituição ao antigo prédio da Casa da Câmara e Cadeia, Paço Municipal anterior, datado de 1824, no mesmo local, mandado demolir em 1913 dentro dos planos do prefeito Feliciano Sodré de grandes obras de reformulação urbana e também a fim de apagar quaisquer vestígios do período imperial.
O antigo prédio da Casa de Câmara e Cadeia era o mais antigo prédio público da cidade, erguido como parte da elevação dos povoados de Niterói à Vila, que constituíra o município, sua construção constava no plano de arruamento do centro de Niterói de 1823. A Casa da Câmara e Cadeia abrigava simultaneamente a Câmara Municipal, o executivo municipal (até a construção do Palácio Araribóia inaugurado em 1910, como sede da Prefeitura Municipal) e a Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, que será transferida à edificação inaugurada em 1917, componente do Centro Cívico, atual Praça da República.
A Câmara Municipal de Niterói esteve no prédio do Paço Municipal até a fusão do antigo Estado do Rio de Janeiro com o Estado da Guanabara, 1975, quando da transferência da capital de Niterói para a cidade do Rio de Janeiro, passou a ocupar o prédio da antiga Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro da Praça da República. Desde então, o Paço Municipal, foi ocupado, sucessivamente, pelo Museu da Cidade (1977), Hemeroteca Estadual (1978) e por fim, pela Secretaria Municipal de Educação, desde 1983. O prédio do Paço Municipal de Niterói atualmente ainda abriga a Academia Niteroiense de Letras, o Instituto Histórico e Geográfico de Niterói e a Fundação Municipal de Educação de Niterói.
O imóvel é tombado pelo Instituto Estadual de Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro.
